Nesse post venho trazendo algumas novidades com relação as certificações. A primeira delas é que, agora, no site da Prometric, você terá a opção de pagar em moeda nacional (R$). Isso mesmo, agora podemos escolher pagar a prova em real (e sem se preocupar com a cotação do dólar!!!). No blog do grande Átila Arruda tem um passo a passo sobre isso.
Uma outra novidade tem haver com relação ao formato das certificações. A Microsoft está redesenhando o seu programa de certificações para atender a necessidade do mercado com relação a cloud computing e também para tornar mais claro o caminho/obtenção das certificações e a sua hierarquia. Com isso, retornam os antigos nomes, com as seguintes alterações: o MCSA (Microsoft Certified Solution Associate) que será a certificação base; e, o MCSE (Microsoft Certified Solution Expert), que necessitará de exames de re-certificação a cada 3 anos.
Para fechar e em complementação a notícia acima, sobre as mudanças nas certificações, a Microsoft e Prometric estão com a promoção “2 por 1”. Nela, você que está se preparando, ou já está realizado as provas para alcançar a certificação de MCITP ou MCTS, receberá o voucher para um dos novos exames. Para isso você deve adquirir e realizar a prova (link abaixo) até o dia 30 de junho de 2012.
O evento anterior seguia o formato de palestra, onde, através de slides e algumas demos, era apresentado aos participantes um determinado assunto.
Ano passado pude assistir aos grandes Fábio Hara (@fabiohara) e Álvaro Rezende (@alvarorezende) falarem sobre cloud computing (computação em nuvem) abordando dentre outros assuntos as funcionalidades do BPOS.
Já no caso do ITCamp, o formato mudou. Agora, não se trata somente de uma palestra, mas sim, de um treinamento. Por isso, a quantidade de participantes é menor e apesar de termos alguns slides, temos momentos práticos (hand-on). Quem vai ao ITCamp não fica horas ouvindo o palestrante. Nesse novo formato também “colocamos a mão na massa”.
No Rio, tivemos uma visão geral sobre cloud e virtualização entre outros temas que nos levaram ao ponto alto do treinamento, a apresentação da suíte System Center.
Os participantes tiveram a oportunidade de conhecer e experimentar essa poderosa suíte de gerenciamento. Vimos na prática o SCOM (System Center Operation Manager) e o SCVMM (System Center Virtual Machine Manager). Foi de “cair o queixo”!!!
Tudo isso foi regado a muita simpatia, didática e domínio do assunto dos MVP’s Igor Humberto (@sobitsnamente) e Alexandro Prado (@alexandroprado) da Lógica Tecnologia, que nos proporcionaram essas horas de treinamento com tamanha maestria a ponto do dia passar muito rápido.
No blog do Igor tem um post falando mais sobre o ITCamp além de vários links sobre os assuntos tratados no evento.
Vale destacar, além do profissionalismo dessas duas grandes figuras, a infraestrutura da Lógica (e coffee break :-) também).
Para mim, o formato do ITCamp está mais do que aprovado! Desejo muito sucesso para o evento e pessoas envolvidas, para que possamos ser agraciados com mais edições desse evento.
PS: Pena que não ganhei um brinde … tinha uma caneca e um treco maneiro
No vídeo abaixo vocês poderão conferir como realizar a migração dos dados dos usuários através da ferramenta User State Migration Tool – Ferramenta de Migração do Estado do Usuário.
Se quiserem mais informações é só conferirem no site do TechNet ou então o meu artigo no TechNet Wiki.
Foi realizado nos dias 29 e 30 de setembro, o Tech-Ed, maior evento de tecnologia da América Latina. Principal evento da Microsoft que ocorre uma vez por ano, é uma excelente oportunidade para conhecer e aprimorar seus conhecimentos sobre produtos e soluções Microsoft, bem como novas tecnologias e tendências do mercado. Outro ponto importante é o networking promovido entre os participantes que, além de outros profissionais, dentre eles funcionários Microsoft e pessoas ligadas a comunidade técnica, também tem acesso a diversas empresas que participam do evento como expositores e patrocinadores. Esse ano o evento contou com 2800 participantes, que tiveram ao longo dos dois dias, 198 sessões técnicas e 18 trilhas. Foi muito conteúdo técnico distribuído em sessões de 70 e 30 minutos !!!
Em 2010 eu tive pela primeira vez a oportunidade de assistir ao evento. Costumo dizer que o Tech-Ed, pra mim, foi um divisor de águas. Foi a partir desse evento que conheci o trabalho da comunidade técnica, do TechNet e, através do conhecimento que adquiri, mudei a minha postura e direcionei melhor a minha carreira. Sem contar as amizades que fiz.
Assim como no ano passado, o evento foi realizado no Expo Center Norte, escolha acertada, já que o mesmo oferece uma infra-estrutura muito boa. Houve certo desconforto por conta de alguns problemas que pairavam sobre o conjunto Center Norte, mas isso não ofuscou o evento, nem a equipe que o organizou.
Quem participou da General Sessions provavelmente ficou impressionado, assim como eu. Tendo como pano de fundo o filme Tron – O Legado, foram apresentados alguns dos temas que viriam nas palestras, como, SQL “Denali”, System Center, Hyper-V (com direito a participação do Jeff Woolsey) e Windows Phone, deixando todos no clima do evento e espantando o sono definitivamente! Para vocês terem uma idéia do nível da General Sessions desse ano, o Danilo Bordini, acessou uma estação de trabalho com o Windows 7, para realizar uma impressão, a partir de um IPad !!!
Nem vou falar do Master Chief !!!
Com essa recepção só fiquei mais animado e a promessa de que o evento seria melhor do que o do ano passado … !!!
Não só o número de participantes aumentou como também o de expositores e patrocinadores. Todos ganham com isso. A oportunidade de negócios é maior. A visibilidade do evento cresce.
Interessante também foi contar com mais stands com produtos e profissionais Microsoft apresentando algumas soluções. Senti falta disso no ano passado.
Lógico que um evento desse tamanho está sujeito a algumas falhas. E por mais que eu não goste de falar, acho que alguns cuidados deveriam ser tomados.
Vou explicar melhor: o evento, as refeições, a general sessions (achei menos cansativa do que a do ano passado) mantiveram o alto nível. O coffee break eu quase não vi. Eram muitas palestras e eu preenchi todos os horários procurando aproveitar cada segundo. Se o coffee era chocolate então … aí foi difícil ver … o pessoal “caiu matando” … rsrsrs … podem repetir isso ano que vem :-)
Outra coisa positiva foi a forma do sorteio dos brindes … para que não se tomasse tempo das palestras com sorteio, o mesmo era feito no final do dia através das avaliações on-line. Os participantes podiam fazer a avaliação a partir do seu device ou então em notebooks que foram disponibilizados ao lado das salas.
A Quick Session foi outra novidade que agradou. Assisti uma do Gilson Banin e foi excelente. Apesar do tempo menor, fomos direto ao ponto. Acho que seria interessante pensar em fazer mais sessões desse tipo, porém com um pouco mais de tempo.
Agora, o problema que eu detectei ocorreu em algumas palestras … Eu conversei com algumas pessoas nos dias do evento e cheguei a ser um pouco indelicado (ou fofoqueiro mesmo se você preferir) reparando nas conversas de outros, onde, diziam não estarem muito satisfeitos …
Outra coisa que notei com relação às palestras foi que, em alguns casos o titulo da palestra não refletia o seu conteúdo. Em uma delas aconteceu uma coisa muita chata. Um dos participantes foi até o palestrante para perguntar sobre o que ele estava falando ?!?!? E o pior foi a saída de vários participantes dessa palestra!
Vi esse mesmo efeito (título X conteúdo) em uma outra palestra que assisti.
Em outra, muitos dos participantes já conheciam o assunto e queriam mais informações do que as que estavam sendo apresentadas … infelizmente, apesar da excelente postura adotada pelo palestrante, era claro que ele não fazia parte do time daquele produto e tão pouco conhecia o mesmo a fundo a ponto de estar sozinho à frente de uma palestra.
Espero que me entendam?!?! Não estou querendo desmerecer o evento e muito menos todos que se dedicaram na preparação do mesmo. Sei que o trabalho foi muito árduo. Ninguém mais do que eu torce para que o evento seja um sucesso e apesar de não ter feito parte da equipe que organizou, fiquei “chateado” com algumas observações que ouvi.
Sei que minha opinião não vale muito, mas esse evento é muito importante pra mim e acho que todo profissional deveria ter a oportunidade de participar. É por isso que estou fazendo essas observações.
Também acho que um evento desses seria melhor distribuído em 3 dias. Alguns reclamaram disso no evento do ano passado, dizendo ser muito tempo afastado da empresa. Acho que se fosse realizado de quinta a sábado, não teria tanto problema.
No geral e apesar do cansaço, mais uma vez valeu a participação. Agora, é esperar o ano que vem !!!
Só tem mais uma coisa. Assim como no ano passado eu investi através de recursos próprios para assistir o evento pagando a inscrição, passagem, hospedagem, etc …
Foi muito chato e até porque não dizer irritante, ver pessoas atendendo o celular na hora da palestra, mantendo conversas paralelas, jogando no celular, etc … Se esses “tipos” não dão importância ao dinheiro que gastaram, se não respeitam os palestrantes e os demais colegas que estão querendo assistir as palestras então, é melhor não irem ao evento!!!
Agora está perto … Faltam só 26 dias para o Tech-Ed 2011, que acontecerá nos dias 29 e 30 de setembro. Assim como no ano passado, a escolha pelas palestras está muito difícil. São diversos assuntos, como por exemplo, cloud computing, Windows server, Windows client, interoperabilidade, etc … Destaque para as palestras sobre storage e Windows Phone … Serão dois dias intensos sobre tecnologia com muito para aprender (vai ser de “furar o cérebro”) … Sem contar a participação do “dono” do Hyper-V, Jeff Woolsen …
Agora, acredito que o melhor ficará para o dia 01/10, quando, será realizado o Community Zone … evento da comunidade técnica que terá a apresentação do time Microsoft responsável pela comunidade técnica, projetos e iniciativas com a comunidade realizadas pela Microsoft, networking e também a presença de alguns gerentes de produto da Microsoft …
Eu tive a honra de ser convidado e terei o privilégio de estar entre grandes profissionais … Sinceramente não esperava por isso …
Estou envolvido com TI há alguns anos, mas só agora há 3 anos esse envolvimento foi intensificado …
Foi atavés do Tech-Ed do ano passado, que tomei conhecimento do Tech-Net e da comunidade técnica … tive o prazer de conhecer pessoas como Fabio Hara (@fabiohara), Danilo Bordini (@dbordini), Gilson Banin (@gilsonbanin), Alvaro Rezende (@alvarorezende) e recentemente o Igor Humberto (@sobitsnamente)… excelentes profissionais e pessoas da melhor qualidade …
Já participei de outra comunidade (do lado negro da força … rsrs) … e o que me chamou a atenção é que pelos foruns onde eu tirava minhas dúvidas e também passei a dar a minha modesta contribuição, é que todos estavam dispostos a ajudar, criar conteúdo, mostrar que aquele SO era confiável, que a solução funcionava, etc …
Na época, e isso já tem alguns anos, a visão que eu tinha da Microsoft é que ela era uma empresa “de elite” para “elite” … pouco se importando com os profissionais de TI e usuários, interessada somente em vender a próxima versão …
Nesse pouco mais de um ano que estou procurando interagir e ajudar de alguma forma (sei que ainda faço pouco, mas estou tentando melhorar), percebi que estava enganado e encontrei uma comunidade forte, grande e interessada em ajudar …
Sei que a maioria que estará no CZ, senão todos, estão anos luz na minha frente … isso me deixa até “sem graça” … mas essa oportunidade é única e me enche de motivação para continuar trabalhando, estudando, procurando ajudar e transmitir o conhecimento que tenho adquirido …
Vejo vocês por lá e em breve conto aqui como foi …
Siga no twitter em #techedbr e #cz2011
Primeira vez no evento? Ainda tem dúvida sobre as palestras? Visite o blog do Fabio Hara e veja o ppt do bate papo com a comunidade passando alguns detalhes sobre o evento …
No site do Tech-Ed, na sessão destinada a escolha das palestras, vocês poderão contar com um link abaixo das palestras, esclarecendo um pouco mais sobre o tema para ajudar na escolha …
Esses dias me deparei com um problema que, para muitos, é antigo e acredito que alguns já devem ter passado por isso …
Estou me referindo ao erro, provocado por um vírus, que o IE apresenta quando tentamos entrar no site da Microsoft …
Para resolver o problema que estou falando, basta baixar a ferramenta de remoção KB890830 entando no site da Microsoft …
Ai você me pergunta:”Oh gênio, mas eu não consigo entrar no site, como vou baixar o arquivo?”
Duas opções: Clique aqui para baixá-lo ou então clique em Iniciar > Executar > e digite services.msc … na tela que irá abrir procure o serviço cliente DNS … pare esse serviço e então você conseguirá entrar no site da Microsoft …
Depois de ter baixado, instalado e executado a ferramenta, atualize o seu anti-vírus e o seu Windows … essas duas ações são a base para manter o seu micro livre de problemas …
Nos embalos dos serviços na nuvem – cloud computing -, a Microsoft disponibilizou o Word, Excel e Power Point. Ao entrar no Windows Live, você perceberá que ao clicar no SkyDrive, aparecerão as opções de criar e editar online documentos do pacote Office. Veja mais detalhes no link abaixo:
Foi enviado um comunicado sobre a descontinuação do serviço My Phone disponibilizado em aparelhos com o Windows Mobile 6x. Se você utiliza esse serviço leia a mensagem abaixo.
Notificação de Descontinuação do Serviço Microsoft® My Phone
A Microsoft pretende descontinuar o serviço My Phone do Windows Mobile 6.x. Uma vez que isto o poderá afetar, consulte as informações mais abaixo:
Descontinuação do My Phone
em 7 de agosto de 2011, o conteúdo de telemóveis deixará de ser guardado no serviço My Phone. Se utiliza o serviço My Phone para fazer cópias de segurança do conteúdo do telemóvel com o Windows Mobile 6.x, será afetado pela descontinuação do serviço.
A partir de 7 de agosto de 2011, a Microsoft começará a transferir o conteúdo de My Phone para o Windows Live SkyDrive. O SkyDrive é o serviço de armazenamento online gratuito da Microsoft que ajuda o utilizador a ter acesso e partilhar os seus ficheiros, como fotografias e documentos do Microsoft Office. Os contactos, movimentos de calendário, mensagens SMS e fotografias serão transferidos automaticamente para o SkyDrive. Quando esta operação estiver concluída, poderá aceder a este conteúdo iniciando sessão no SkyDrive com o Windows Live ID utilizado para o registo no serviço My Phone.
Outro tipo de conteúdo como, por exemplo, vídeos, música, documentos e favoritos não será transferido automaticamente do My Phone para o SkyDrive. Se pretender manter este conteúdo, tem de guardá-lo a partir do serviço My Phone no computador local.
Em 6 de outubro de 2011, o Web site My Phone em http://www.microsoft.com/myphone deixará de estar disponível. A partir desta data, não poderá iniciar sessão no serviço My Phone para aceder ao conteúdo armazenado no serviço My Phone. A Microsoft armazenará o seu conteúdo de My Phone durante um (1) ano. Podemos enviar-lhe uma cópia do seu conteúdo num CD/DVD, se tal for solicitado, até 5 de outubro de 2012.
Informe-se
Para obter mais informações sobre a descontinuação do serviço My Phone, incluindo informações sobre a transferência de conteúdo para o Windows Live SkyDrive e como guardar o restante conteúdo no computador local, visite este Web site:
A Microsoft está empenhada em tornar esta transição o mais simples possível. Entretanto, os nossos mais sinceros agradecimentos por ter utilizado o Windows Mobile 6.x.
Em ritmo de Tech-Ed 2011 e na expectativa do que virá no evento desse ano, podemos conferir o que aconteceu no evento realizado em Atlanta dos dias 16 a 19 de maio. Acredito que o pessoal que organiza o evento brazuca promoverá uma experiência ainda maior e melhor do que a do ano passado.
Mais informações sobre o evento em Atlanta vocês conferem em:
Fui questionado há alguns dias atrás então resolvi criar esse post sobre sobre gerenciamento de discos e RAID.
Antes, vamos à algumas definições:
Discos Físicos
Nos discos físicos, armazenamos uma diversidade enorme de dados, sejam eles, arquivos (.doc, .xls, etc), imagens, música, etc … (além do próprio sistema operacional e aplicativos)
Tipos de Volumes
Lógicos – Os volumes lógicos são unidades básicas de armazenamento, que podem incluir espaço em mais de um disco físico. Isso nos permite isolar por exemplo, o sistema operacional e os dados dos usuários e até mesmo os logs utilizados por determinados aplicativos, tornando assim, mais fácil o seu gerenciamento. Esses volumes são representados por letras.
Montados – Com o uso de volumes montados e o sistema de arquivos NTFS podemos atribuir ou não uma letra de unidade. Além disso, podemos também montar um volume em uma ou mais pastas.
Tipos de Discos
Básicos – após particionado esse tipo de disco funciona como uma unidade física separada. Na tabela de partições do MBR (Master Boot Record – Registro Mestre de Inicilização), ficam as informações sobre a localização e tamanho de cada partição. Um disco básico pode ser particionado em 4 partições primárias ou 3 primárias e 1 estendida que, por sua vez, é dividida em unidades lógicas.
Dinâmicos – nos discos dinâmicos as informações sobre os volumes são armazenados em um banco de dados controlado pelo serviço LDM (Logical Disk Manager – Gerenciamento de disco lógico). O disco dinâmico suporta diversos volumes. Podemos ter um volume simples em um único disco e também em mais de um disco, onde, podemos escolher outras opções de armazenamento.
Lembrando que,
Os volumes lógicos de um disco básico são as partições primárias e as unidades lógicas.
Os volumes lógicos de um disco dinâmico são os volumes.
Vejamos na prática …
Quando se tem mais de um disco dinâmico é possível escolher algumas formas de armazenamento como por exemplo, volumes estendidos, distribuídos (RAID0), espelhados (RAID1) e com paridade (RAID5). Para usar os tipos de armazenamentos que eu citei, você deve converter o disco de básico para dinâmico.
Quando converter ?
- criar e excluir volumes simples, estendidos, distribuídos espelhados e com paridade.
- estender um volume simples ou estendido
- reparar volumes espelhados ou com paridade
- reativar volumes que se estendam a mais de um disco
Converter um disco básico em dinâmico tendo somente um disco, não gera nenhum benefício. Caso você faça a conversão em um disco que contenha dados, os mesmos não serão modificados ou apagados. Lógico que é sempre aconselhável realizar um backup antes de realizar alguma mudança no sistema e etc … O mesmo não acontece caso você queira fazer o processo inverso, ao converter o disco novamente para básico todos os dados serão apagados !!!
Caso você utilize dual boot (sistema duplo – com sistemas diferentes) somente o sistema que você usou na conversão permanecerá ativo e você não terá acesso aos demais.
Básicos X Dinâmicos
Vantagens
Básico
Dinâmico
- acesso à instalação e ao Console de Recuperação
- disponibilidade de utilitários de disco
- extensão de vários discos
- não há limite de volumes por disco
- volumes tolerantes a falhas
Volume estendido – você pode incluir espaço em mais de um disco físico. Ao estender um volume, por exemplo entre dois discos físicos, o segundo disco só começará a ser preenchido quando o espaço do primeiro acabar. Apesar da possibilidade de ganho no que diz respeito a espaço, o volume estendido não é tolerante a falhas, ou seja, caso um dos discos apresente problema todos os dados do volume serão comprometidos.
Volume distribuído – RAID0 (striping) Redundant Array of Independent Disks – Conjunto Redundante de Discos Independentes – nesse tipo de volume os dados são armazenados em dois ou mais discos físicos, combinando a área de espaço livre em um volume lógico.
Os dados gravados são divididos em blocos de distribuição, que são gravados simultaneamente em todas as unidades do conjunto. Apesar do aumento de velocidade que ganhamos quando utilizamos um volume distribuído, ele também não é tolerante a falhas.
Afinal, o que é essa tolerância a falhas que venho repetindo. É a capacidade do hardware ou software garantir a integridade dos dados caso haja alguma falha no disco, fornecendo redundância de dados. O sistema de RAID pode ser implementado por hardware ou software.
Ao usar RAID por hardware, o gerenciamento dos discos é feito através de um software de gerenciamento fornecido pelo fabricante da controladora RAID baseado no Windows ou integrado na BIOS através do SETUP, fazendo com que o sistema operacional seja isolado. Outro benefício, diz respeito a velocidade. Todos os cálculos de paridade, por exemplo, são feitos pela controladora, não gerando carga adicional para o processador. O custo é ligeiramente mais alto ao utilizarmos RAID por hardware.
No caso do RAID por sofware, o SO através do snap-in gerenciamento de discos é responsável pelo seu controle. Isso gera uma carga não só no sistema mas também no processador. Caso haja alguma falhar usando esse tipo de implementação, pode ser necessário alterar o boot.ini para apontar para o sistema operacional. Isso já não acontece no RAID por hardware.
Vamos ver alguns exemplos de RAID que fornecem a tolerância a falhas:
Volume espelhado – RAID1 (mirroring – espelhamento) – como o próprio nome sugere, nesse tipo de RAID os dados são gravados entre dois discos, gerando uma cópia idêntica. No caso de falha os dados do disco com problemas ficará indisponível, mas a controladora manterá o sistema ativo com o outro disco. Nesse momento, você terá tempo para adquirir outro disco, quebrar o espelhamento recriando-o em seguida.
Volume distribuído – RAID5 – a primeira regra do RAID5 é usar um conjunto mínimo de 3 discos. Ao criar um RAID5 ele unifica as unidades em um único volume. Dessa forma temos um ganho com relação a armazenamento, pois, se utilizarmos 3 discos de 500GB, por exemplo, teremos um volume de 1,5TB.
Para fornececer a redundância, o RAID5 utiliza a distribuição com paridade. A paridade é um cálculo que determina o número de bits pares e ímpares que pode ser usado para reconstruir os dados caso um número seja perdido.
Tentando simplificar, a paridade adiciona um bit “extra” para cada grupo de bits. Ao usar 5 HDs, por exemplo, temos um bit extra para cada 4 bits de dados.
Caso dentro destes 4 bits exista um número par de bits 1, então o bit de paridade é 0. Caso exista um número ímpar de bits 1, então o bit de paridade é 1:
Bits
Paridade
1
0
1
0
0
1
1
1
0
1
0
0
0
0
0
1
0
0
1
0
O RAID5 é mais rápido do que o RAID1, pois, a leitura e a gravação é espalhada em vários discos, porém, por causa dos cálculos de paridade ele se torna lento se comparado com o RAID0. Se um disco falhar, dentro de um conjunto de 3 discos, o sistema continua ativo com os 2 discos restantes.
RAID 10 (Mirror/Strip – esse modo é uma combinação do RAID1 e RAID0 … para usar esse tipo de RAID são necessários pelo menos 4 discos e que o total de discos seja sempre um número par … onde metade dos discos serão usados em RAID0 e a outra metade armazenará uma cópia dos primeiros …
RAID 6 – esse modo é suportado por algumas controladores e é semelhante ao RAID5 … a diferença é que ele usa o dobro de bits de paridade, o que garante a integridade dos dados no caso de falhas em até 2 discos do conjunto …
Os dois modos (RAID 5 e 6) proporcionam um excelente aproveitamento da capacidade de armazenamento desse conjunto, principalmente quando adicionamos mais discos … contudo apesar do sistema ser mantido caso haja falha em um ou dois discos, a performance cairá até que o disco defeituoso possa ser substituído …